Ele carrega o peso
de um mundo inteiro
na ponta dos lábios
E nem liga
carregar ia
mil se preciso
vezes Ela nos braços
a confiança afiança
seus conflitos
seus pecados
E na volta pra casa
com o amor
do acaso
de tua vida
um unico afã...
uma sacada
uma rede
E um casal
de cara pra lua
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domingo, 2 de setembro de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
A espirituosa do Bloco 11
Ela é um amor de pessoa
dormindo
uma flor de menina
urtiga
calada
é poetiza
uma candura de espiritualidade
prostrada
vive a orar com devoção:
- oh my God,
não pare meu dog!!
dormindo
uma flor de menina
urtiga
calada
é poetiza
uma candura de espiritualidade
prostrada
vive a orar com devoção:
- oh my God,
não pare meu dog!!
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Aetê
A gente é uma espécie de
Beauvoir e Sartre
de Dora e Pedro bala
Ceci e Peri
Diadorin e Riobaldo
eu Orfeu negro
tu Eurídice
por vezes,
Virgulino
o Lampião
tu MAria
a Bonita
Me sinto Jorge o Amado
e sua Zélia
o BEntinho sem cíume
só contigo Capitu
ou
Júlia e Winston
em 84 do século passado
ou
Chico e Risoflora
em Afrociberdelia
ou linda Dadá
e a pedra lisa
do Corisco
ou Sal amargo
e seu Pilar
ou Dulcinéia
e Dom Quixote
sou só palavra
ela sentido
sei só
que somos
um par.
Beauvoir e Sartre
de Dora e Pedro bala
Ceci e Peri
Diadorin e Riobaldo
eu Orfeu negro
tu Eurídice
por vezes,
Virgulino
o Lampião
tu MAria
a Bonita
Me sinto Jorge o Amado
e sua Zélia
o BEntinho sem cíume
só contigo Capitu
ou
Júlia e Winston
em 84 do século passado
ou
Chico e Risoflora
em Afrociberdelia
ou linda Dadá
e a pedra lisa
do Corisco
ou Sal amargo
e seu Pilar
ou Dulcinéia
e Dom Quixote
sou só palavra
ela sentido
sei só
que somos
um par.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Manifesto apocalíptico pós antropofágico
Só a antropofagia nos une,
só o dinheiro nos comove
só o amor nos mata
e só o salvador
nos salva
só o dinheiro nos comove
só o amor nos mata
e só o salvador
nos salva
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Amor a 3
É dificil explicar esta relação triádica
só posso dizer que isso me completa
me dá chão e paz
Há quem me chame louco por aceitar tal situação
o fato é que nós trÊs
somos parte de uma mesma oração
Ciúmes? Deixe disso, é claro que não!
Adoro trios-ternuras
de samba-jazz e rock'n'roll, trios de salsa rumba e soul
Conincidentemente
meu número da sorte
é Três
Não me sinto traído
até gosto
Afinal
somos um par artístico
e entre nós
há Poesia.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Presente
Eu precisava ver o fim do samba
arrumar a bagunça
retirar de dentro
a minha TV
mergulhar no profundo mistério
Lá
na ponta de um cacto de dez metros
onde o sol se vai galope
todo universo-inverso dentro de mim
feito mosaico macunaímico
ou outra prosa andradiana
a ficha caiu a poeira que sou
que se importa com coisa desimportante
que faz poemas indiziveis de amor a todo instante
que se pergunta a toda hora
como acordar triste durmir alegre
estar só
mas acompanhado
dançar nem que for parado
faz sentir isso
que chama vinicius
vivo
Foi logo alí
enquanto atravessava avenidas
desluzidas e desmazeladas
vi desiludidas-matutinas-meninas
semi-sinceras e sequeladas
que gritavam exasperadas:
Je suis ce que je veux être!
vive le rock de la vie!
Passaram elas eu passarinho
após o convescote
entre raposas e coiotes
agradeci o Arquiteto
pelo pão e pelo verso
pelo acaso e o novo
por ter passado
agradeci mais depois
por ter presente
arrumar a bagunça
retirar de dentro
a minha TV
mergulhar no profundo mistério
Lá
na ponta de um cacto de dez metros
onde o sol se vai galope
todo universo-inverso dentro de mim
feito mosaico macunaímico
ou outra prosa andradiana
a ficha caiu a poeira que sou
que se importa com coisa desimportante
que faz poemas indiziveis de amor a todo instante
que se pergunta a toda hora
como acordar triste durmir alegre
estar só
mas acompanhado
dançar nem que for parado
faz sentir isso
que chama vinicius
vivo
Foi logo alí
enquanto atravessava avenidas
desluzidas e desmazeladas
vi desiludidas-matutinas-meninas
semi-sinceras e sequeladas
que gritavam exasperadas:
Je suis ce que je veux être!
vive le rock de la vie!
Passaram elas eu passarinho
após o convescote
entre raposas e coiotes
agradeci o Arquiteto
pelo pão e pelo verso
pelo acaso e o novo
por ter passado
agradeci mais depois
por ter presente
quinta-feira, 26 de julho de 2012
poesia informativa
Atenção:
O uso do "Foda-se"
está formalmente liberado
em reunioes executivas
bate papo filosofico de boteco
cartas de amor
jogos de azar
e em demais locais
outrora
inapropriados
Use com ciência
sem moderação
O uso do "Foda-se"
está formalmente liberado
em reunioes executivas
bate papo filosofico de boteco
cartas de amor
jogos de azar
e em demais locais
outrora
inapropriados
Use com ciência
sem moderação
quinta-feira, 19 de julho de 2012
PÍLULA APOCALÍPTICA DO ESQUECIMENTO DE UM PASSADO PRÉ-MATURO NOVIDADE NO MERCADO DOS AFLITOS
VENDEm-SE PÍLULAS:
ANTICONCEPCIONAIS
DE VITAMINA C D E
DOS DIAS SEGUINTES
CINEMATOGRÁFICAS
TEATRAIS
LISÉRGICAS
ETÍLICAS
NA PROMOÇÃO DE HOJE
PÍLULAS PARA ESQUECER ONTEM.
ANTICONCEPCIONAIS
DE VITAMINA C D E
DOS DIAS SEGUINTES
CINEMATOGRÁFICAS
TEATRAIS
LISÉRGICAS
ETÍLICAS
NA PROMOÇÃO DE HOJE
PÍLULAS PARA ESQUECER ONTEM.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Azedume de uma tarde TCCística
Para se formar não basta muito
é preciso ser universiotário
saber em demasia a enciplopédia
do conhecimento bolorado
Pra que? não me pergunte
nem os mestres sabem
Atente-se apenas às
citações, referências
roteiros previsíveis
de balelas ensaiadas
A palavra-palavra
nada vale se não formatada
escreva laudas ABNTeísticas
profusas de norma culta
e de espaçamentos diversos
Dane-se a porra dos seus versos
suas insônias e suas unhas
O importante é a entrega
na hora e data marcada
do trabalho-baralho
de inconclusão de curso
Só assim alcançará
a plena erudição parasítica
do saber incompleto
tal qual Galli Matias
E tornar-se-á
um legítimo idiota
é preciso ser universiotário
saber em demasia a enciplopédia
do conhecimento bolorado
Pra que? não me pergunte
nem os mestres sabem
Atente-se apenas às
citações, referências
roteiros previsíveis
de balelas ensaiadas
A palavra-palavra
nada vale se não formatada
escreva laudas ABNTeísticas
profusas de norma culta
e de espaçamentos diversos
Dane-se a porra dos seus versos
suas insônias e suas unhas
O importante é a entrega
na hora e data marcada
do trabalho-baralho
de inconclusão de curso
Só assim alcançará
a plena erudição parasítica
do saber incompleto
tal qual Galli Matias
E tornar-se-á
um legítimo idiota
domingo, 10 de junho de 2012
À primeira vista
Esta é uma história destas de verdade, alegre e triste,
de um menino chamado Rubião
um menino cheio de chiste
alegre por fora e por dentro não
Rubião via o mundo de outra maneira
todo escuro pintado à caneta
todo som que escutava era uma pista
todo cheiro era tão bom
... Rubião era um menino normal
nunca deixou de brincar, sorrir e cantar
Até o dia em que na escola uma professora dissera
que ele era deficiente por não poder enxergar
desde este dia é que Rubião não sorria
nem brincar mais ele queria
ele só pensava
que tudo ele podia antes daquele dia
até voar ele podia
e nem precisava os olhos fechar
bastava imaginar
os olhos de Rubião estavam sempre abertos para o mundo
Ele deixou de estudar,
nem brincar de cobra-cega, não mais ele queria
Certa manhã, ficou encafufado
de ficar em casa bolando-bolado
Foi então pegar o sol nascer,
mas logo pensou:
- Oras bolas, eu não consigo ver!!?
Entretanto, na medida em que Rubião
saia do meio da sombra
e entrava pra dentro da luz
no quintal de sua casa,
sentia que os raios do matutino-sol o aqueciam
Foi aí, então, que ele percebeu
que o mundo que todos vêm pelos olhos-da-cara
ele ve com os da alma
e senti de várias formas:
é o cheiro do mato molhado
é do pão da padaria
é ouvindo o som das coisas
pássaros, buzinas e os latidos do chato-cão da vizinha
Rubião percebeu
que podia, afinal,
ver mais que os outros, e isso o alegrou.
Na escola, voltou a ser aquele garoto cheio de chistes, um brincalhão.
Certo dia, eis que aparece Rubía,
que como ele não via,
ou melhor,
via o mundo de outro jeito:
um mundo cheio de cheiros
de sons e sentidos
é o mundo que se vê pelos ouvidos
que se vê pelos olhos da imaginação
pela letra que se ouve da canção.
Rubião na mesma aula
por ela encantado
pergunta meio acanhado
com sorriso de dentista:
- Rubía, você acredita em amor à primeira vista?
de um menino chamado Rubião
um menino cheio de chiste
alegre por fora e por dentro não
Rubião via o mundo de outra maneira
todo escuro pintado à caneta
todo som que escutava era uma pista
todo cheiro era tão bom
... Rubião era um menino normal
nunca deixou de brincar, sorrir e cantar
Até o dia em que na escola uma professora dissera
que ele era deficiente por não poder enxergar
desde este dia é que Rubião não sorria
nem brincar mais ele queria
ele só pensava
que tudo ele podia antes daquele dia
até voar ele podia
e nem precisava os olhos fechar
bastava imaginar
os olhos de Rubião estavam sempre abertos para o mundo
Ele deixou de estudar,
nem brincar de cobra-cega, não mais ele queria
Certa manhã, ficou encafufado
de ficar em casa bolando-bolado
Foi então pegar o sol nascer,
mas logo pensou:
- Oras bolas, eu não consigo ver!!?
Entretanto, na medida em que Rubião
saia do meio da sombra
e entrava pra dentro da luz
no quintal de sua casa,
sentia que os raios do matutino-sol o aqueciam
Foi aí, então, que ele percebeu
que o mundo que todos vêm pelos olhos-da-cara
ele ve com os da alma
e senti de várias formas:
é o cheiro do mato molhado
é do pão da padaria
é ouvindo o som das coisas
pássaros, buzinas e os latidos do chato-cão da vizinha
Rubião percebeu
que podia, afinal,
ver mais que os outros, e isso o alegrou.
Na escola, voltou a ser aquele garoto cheio de chistes, um brincalhão.
Certo dia, eis que aparece Rubía,
que como ele não via,
ou melhor,
via o mundo de outro jeito:
um mundo cheio de cheiros
de sons e sentidos
é o mundo que se vê pelos ouvidos
que se vê pelos olhos da imaginação
pela letra que se ouve da canção.
Rubião na mesma aula
por ela encantado
pergunta meio acanhado
com sorriso de dentista:
- Rubía, você acredita em amor à primeira vista?
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Revoltologia
Contra a memóririca de paixões findas
os livros baratos de poesias-terias de ontem
Culturírica enlatada nos livros de história branca
Partidos Esquerdos Loteados Desnutridos de cabralino azul
Viva à falta de identidade e às cervejeiras meninas-matutinas
O resumo do verso
Contra o sentimentalismo romântico-parnasiano
contra pseudo-arte
contra a cultura industrializada do consumo
contra o partidarismo vazio de propostas
mas cheio de ideotilogia relativa de Galli Mathias
Viva a esse sincretismo q nós somos
esse recorte de culturas genealogias puras da História
Mais-Vivas ainda
às cervejeiras meninas-matutinas
que alegram as noites a dançar
a boa música do acaso.
os livros baratos de poesias-terias de ontem
Culturírica enlatada nos livros de história branca
Partidos Esquerdos Loteados Desnutridos de cabralino azul
Viva à falta de identidade e às cervejeiras meninas-matutinas
O resumo do verso
Contra o sentimentalismo romântico-parnasiano
contra pseudo-arte
contra a cultura industrializada do consumo
contra o partidarismo vazio de propostas
mas cheio de ideotilogia relativa de Galli Mathias
Viva a esse sincretismo q nós somos
esse recorte de culturas genealogias puras da História
Mais-Vivas ainda
às cervejeiras meninas-matutinas
que alegram as noites a dançar
a boa música do acaso.
Primor
Momentos-tormentos de provalina agônia
vozerinhas-vozes-vozerões
O mestre-mestrado-letrado entrou atrasado em aulas-de-sala
levantaram os silenciosos burburinhos burburões
sentaram-se as moças em elegantes-trajes-frios
balelaram possiveis perguntas
obtiveram improvaveis respostas
já que não há alguma plausível
No quando derradeiro
assinalar de questões
solicitantes
declararam
um robusto
Psiuuuuuu!
vozerinhas-vozes-vozerões
O mestre-mestrado-letrado entrou atrasado em aulas-de-sala
levantaram os silenciosos burburinhos burburões
sentaram-se as moças em elegantes-trajes-frios
balelaram possiveis perguntas
obtiveram improvaveis respostas
já que não há alguma plausível
No quando derradeiro
assinalar de questões
solicitantes
declararam
um robusto
Psiuuuuuu!
óculos
Só Deus pra sabe o que é que é
que tem por de trás dos óculos de uma mulhé
monte de coisa que nem Freud explica
poesia ninhuma conta dá de dizê
o que é mesmo que tem
por de trás dos oculo de uma mulhé
que no B-A-BA e no A+B
faz nego sorri
chora e até
endoidecê
que tem por de trás dos óculos de uma mulhé
monte de coisa que nem Freud explica
poesia ninhuma conta dá de dizê
o que é mesmo que tem
por de trás dos oculo de uma mulhé
que no B-A-BA e no A+B
faz nego sorri
chora e até
endoidecê
sábado, 19 de maio de 2012
Oswaldiana e outras Anas
Na azul-cadeira
o ritmado canto de ansiosas unhas
a roer sinfonias de seis segundos de Vinicius
Ao lado matutinas-meninas num néscio-comércio de bijuterias-terias
um bando de almas-fantasias sem roupas íntimas
acaloradas-coradas pelo semiosférico sol do meio do dia
Lá se foi o sono-sonho sucumbiu à insonia-Sonia querida
Na brancalina sala de ampliadas janelas
espalhafatosas teorias-terias
conversantes paralelas
Bem ditos trabalhos-baralhos
Apotéticos-patéticos
de pseudo-poesia.
o ritmado canto de ansiosas unhas
a roer sinfonias de seis segundos de Vinicius
Ao lado matutinas-meninas num néscio-comércio de bijuterias-terias
um bando de almas-fantasias sem roupas íntimas
acaloradas-coradas pelo semiosférico sol do meio do dia
Lá se foi o sono-sonho sucumbiu à insonia-Sonia querida
Na brancalina sala de ampliadas janelas
espalhafatosas teorias-terias
conversantes paralelas
Bem ditos trabalhos-baralhos
Apotéticos-patéticos
de pseudo-poesia.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Drummoniando
Eita vida sem graça
mundinho caduco
Eita nó que não desata
passado que não larga
semana que não passa
Arre novelinha chata
de bandidos sem maldade
mocinhos sem bondade
e donzelas sem amor nem pudor
tô cansado de balelas ensaiadas
estrofes decoradas
faladores de groselha salgada
me dê um cigarro e um copo de run
e se possivel uma porção de espontaneidade!
mundinho caduco
Eita nó que não desata
passado que não larga
semana que não passa
Arre novelinha chata
de bandidos sem maldade
mocinhos sem bondade
e donzelas sem amor nem pudor
tô cansado de balelas ensaiadas
estrofes decoradas
faladores de groselha salgada
me dê um cigarro e um copo de run
e se possivel uma porção de espontaneidade!
quinta-feira, 24 de março de 2011
OLHOS DO POEMA
O poema disse ao leitor:
que olhos bonitos tem esse idiota!
...E o leitor sem entender fechou o livro.
que olhos bonitos tem esse idiota!
...E o leitor sem entender fechou o livro.
CARTA AO SR. LEDEB
CARO SR. LEDEB
HÁ MUITO QUE LHE CONHEÇO
DE DATA LONGA, DE LONGA VIVÊNCIA,
DE TEMPO NEM TÃO ANTIGO, MAS FAZ TEMPO.
DAS RODAGENS DA CAPOEIRA,
DAS ANDANÇAS DE SUJEITO SEM BEIRA,
DAS RODAS DE CÔCO, CIRANDAS E DAS BEBEDEIRAS
DA IRMANDAD E DE OUTROS CONTOS DE ALGIBEIRA.
E BOTE FÉ, NEM NÃO HAVERÁ DESCAMINHO OU DESATINO
NEM MESMO AMARGO DA DESVENTURA
O AMARELO OPÁCO DA DENTADURA OU A MAIS FÉRREA LONJURA
ÃO DE BULIR NOSSA AMIZADE BOA E PURA
HORA QUALQUER FAÇAMOS UMA CANTORIA
NEM QUE FOR À TOA ,
DE LONGE MESMO QUE ASSIM FOR
E QUE OS TRECHOS DESSA VIDA
REUNAM A HISTORIA VELHA
FAÇAM UMA NOVA DELA ...
HISTORIA
HÁ MUITO QUE LHE CONHEÇO
DE DATA LONGA, DE LONGA VIVÊNCIA,
DE TEMPO NEM TÃO ANTIGO, MAS FAZ TEMPO.
DAS RODAGENS DA CAPOEIRA,
DAS ANDANÇAS DE SUJEITO SEM BEIRA,
DAS RODAS DE CÔCO, CIRANDAS E DAS BEBEDEIRAS
DA IRMANDAD E DE OUTROS CONTOS DE ALGIBEIRA.
E BOTE FÉ, NEM NÃO HAVERÁ DESCAMINHO OU DESATINO
NEM MESMO AMARGO DA DESVENTURA
O AMARELO OPÁCO DA DENTADURA OU A MAIS FÉRREA LONJURA
ÃO DE BULIR NOSSA AMIZADE BOA E PURA
HORA QUALQUER FAÇAMOS UMA CANTORIA
NEM QUE FOR À TOA ,
DE LONGE MESMO QUE ASSIM FOR
E QUE OS TRECHOS DESSA VIDA
REUNAM A HISTORIA VELHA
FAÇAM UMA NOVA DELA ...
HISTORIA
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